Simbólica
que tem dois objectivos fundamentais:
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Interpretar o sintoma como uma transposição codificada dum sofrimento no indivíduo – a nível orgânico, funcional ou comportamental. O sofrimento resulta geralmente duma função biológica não satisfeita, por excesso ou por falta: por exemplo, excesso de violência, de protecção, de controlo: falta de alimentos, de contacto, de consideração, de amor, etc).
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Estudar os mecanismo de compensação desta aflição. Todas as características do sintoma - forma, localização, sensação (dor, anestesia, queimadura, inchaço etc)-, todas as funções afectadas - gestos, atitudes, linguagem, comportamentos -, constituem indícios reveladores da estratégia cerebral, que funcionam como respostas às questões seguintes:
- Que aflição recalcada o sintoma vem compensar, de forma simbólica?
- Que informação individual, familiar, cultural, biológica sustenta a opção simbólica?
- Que solução simbólica veicula o sintoma?
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